segunda-feira, 1 de julho de 2013

As Long As You Love Me - Capítulo 3 -

“_Isso aqui tá parecendo até um emprego, se soubesse que seria assim não teria entrado – sussurrei –
Diret.: O que a senhora disse?
_Hãm? Eu não disse nada não.
Diret.: Estamos entendidas?
_Aham, pode deixar que não chego mas atrasada.
Diret.: Pode ir pra sala agora!
_ Ok – disse me levantando – licença – sai da sala e fechei a porta –”


Entrei no meio da aula de Filosofia, atrasada por causa da diretora, isso ela não ia poder reclamar por que foi culpa dela, ainda bem que não era o Sr.Green, se não eu estaria ferrada. Dei um leve sorriso pra ela, que me retribuiu mandando eu me sentar. E então ela voltou a dá a aula.


Sra. Fifi: Como eu estava falando, vocês irão ter que fazer uma peça. Eu irei dá as falas pra cada dupla – nesse momento todos da sala começaram a fala – Silêncio! – e ninguém parou de falar – SILÊNCIO! – ela teve que gritar pra todos calarem a boca – Bom, continuando, será em dupla, e pra alegria de todos, eu irei escolher. Vo botar um papel ali na porta, com os nomes das  duplas. Assim que a aula acabar a aula, vocês vão ali vê.


Não demora muito e o sinal toca, indicando que era o intervalo da aula, fui a primeira a me levantar e ir até o papel pra vê com quem eu estava, olhei a lista e achei meu nome que estava do lado do.... Áh não, eu devo tá com a visão péssima, esfreguei meus olhos na esperança de que aquilo tudo não passava de uma visão muito ruim, e não era isso mesmo que eu estava vendo, e é claro que pro meu azar, eu estava com nada, mas, nada menos que, Justin Bieber, sai da sala bufando e batendo o pé, nem esperei a Téte, e ela veio correndo atrás de mim, toda alegre, pulando igual uma loca. Perguntei pra ela o porquê da felicidade, e ela me disse que estava fazendo trabalho com o Ryan, coincidência, não!?
Fui até meu armário botar os livros que eu segurava, o armário da Téte era só alguns metros longe do meu. Guardei meus livros e fechei a porta do meu armário, e levei um baita susto com o Justin do meu lado me encarando.


Jus: Eai (Sn) – ele pisca pra mim – gosto da dupla?
_Nossa, gostei tanto que to até pulando de alegria, não ta vendo? – eu o encarei séria –
Jus: então, podíamos marca de ir ensaiar lá em casa, o que você acha?
_ O que eu acho... – dei uma breve pausa pra fala – Se você acha que eu so uma dessas piranhas que você pega na escola – disse com o dedo em seu peito – está muito enganado, e quer saber de uma coisa, não vo perder meu tempo aqui com você – nessa hora a Téte estava chegando ao nosso lado, me juntei a ela e fui em direção ao refeitório. Ele corre na minha frente me impedindo de passar –
Jus: Sabia que meninas assim como você toda bravinha me atraem!?
_ Áh, é mesmo? E você sabia que eu odeio garotos idiotas, que acham que todas as meninas que ele dá em cima vai babar por ele, e que qualquer uma vai cair na sua conversinha!?


Nem esperei ele falar nada e já sai trombando em seu ombro. O intervalo foi como sempre, a melhor parte da escola onde eu não estava estudando, o sinal bateu, e todos tivemos que voltar pra sala de aula. Entrei na sala, e foi uma aula longa e chata de Matemática, pra falar a verdade, pra mim o professor estava falando outro tipo de língua, porque não estava entendendo nada. Acho que a aula durou um ano, e enfim o sinal da saída toca, sai da sala e fui até a secretária, não estava, mas aguentando essa história de presidente, que pelo visto achei bem estranho eu mal chegar na escola me candidatar e ser eleita. Esperei a Téte no corredor, que saia da sala falando com. Hãm... To vendo direito, era a Mackenzer, não entendi muito direito o motivo da Téte. Ela veio em minha direção.


_Você falando com a Mackenzer?
Téte: É por que nós duas vamos entrar pras Trendy Girls!
_ Ata... QUE NÓS DUAS? – dei um grito e todos do corredor olharam pra mim – eu não queria entrar pra essa merda de lideres de torcida.
Téte: Ai para, vamos só tentar, se você não gostar agente sai, Por favor! – ela junta as mãos como se estivesse rezando –
_ Eu ainda te mato garota, o que não faço por você – dei um leve tapinha nela –
Téte: Ebaaaa – ela me abraça –
_ Se eu não gostar agente sai.
Téte: ta!
_ Agora vamos lá na secretária comigo!
Téte: vai fazer o que lá?
_ A desisto de ser presidente – bufei –
Téte: Sabia – ela ri –
_ Tá rindo não sei de que palhaça, só não quero mas ser a presidente. Agora vamos logo – a puxei –


Cheguei lá, bati na porta e a Diretora pediu pra que eu entrasse, á Téte ficou sentada no sofá que tinha ao lado da porta.

_ Licença! – entrei e ela pediu pra que eu me sentasse – Eu vim dizer que não quero, mas ser a presidente.
Diret.: Tem certeza?
_ Aham – mordi a pelinha de dentro da bochecha –
Diret.: Então, vou abrir a vaga pra presidente da escola!
_ Ok, só isso que queria dizer – me levantei e sai da sala –


Em seguida, fui até o estacionamento pra pegar meu carro, não via a hora de sair logo daquela escola, ainda bem que era sexta, me despedi da Téte e fui pra casa. Cheguei em casa e o cheiro de comida já estava no ar, a Maria sempre fazia uma comida maravilhosa, subi até meu quarto tomei um banho, e vesti uma roupinha simples pra ficar em casa.




Desci até a cozinha pra comer, e vi que a Maria tava lavando a louça. Sentei-me à mesa e comecei a saborear aquela deliciosa macarronada que a Maria tenha feito. Terminei e fui pro meu quarto. Sentei na cama e liguei meu not pra checar o Twitte, facebook e tal. Olhei a hora e já ia dá 22:00 horas, exatamente a hora que a Maria vai embora, ouvi passos até meu quarto e uma batida na porta, era a Maria.


_Entra! – gritei –
Maria: Querida to indo, tome cuidado, daqui a pouco seu pai deve está chegando!
_ Tanto faz, com ele ou sem ele sempre vai continuar a mesma coisa mesmo – dei de ombro – não gosto quando você vai embora a casa fica muito vazia!
Maria: amanhã eu volto!
_ Tá né, tchau Maria! – lancei um sorriso pra ela, ela saiu e fecho a porta –


E lá estava eu, sozinha numa casa enorme, nem sei por que uma pessoa que mora sozinha tem uma casa desse tamanho deve ser por isso que ele nem fica em casa direito. De repente tomo um susto com meu celular tocando, era a Téte.


LIGAÇÃO ON*


Téte: Levanta dessa cama menina, que agente vai sair! – quase me deixou surda gritando em meu ouvido –
_ Tá loca!? To sozinha em casa, e se meu pai descobrir que nós saímos?
Téte: Ele nem vai notar, bota travesseiro na cama, sempre faço isso!
_ Você é doida isso sim, mas vamos pra onde?
Téte: chega de pergunta, e se arruma logo, por que não vo ficar aqui no portão te esperando por muito tempo não.
_ Você já ta aqui no portão – olhei na janela e ela me deu xau pela janela do carro – você é doida, aguenta um pouquinho ai! – desliguei o celular –


LIGAÇÃO OFF*


 Corri até meu closet, peguei um vestido preto curto, que realçava as curvas do meu corpo e um salto bege pra combinar, me maquiei e peguei minha bolsa que estava em meu closet, me olhei no espelho e eu já estava pronta.



Fiz como a Téte tinha dito, peguei alguns travesseiros e botei na minha cama, ia ser fácil, meu pai nem vem no meu quarto pra vê se estou ao menos viva, mas é melhor prevenir vai que dá uma louca nele e ele vem aqui. Já estava tudo pronto, desci correndo e entrei no carro, que estava com a Téte e, mas uma menina que eu ainda não conhecia.

Téte: que demora! Essa é Megan, minha vizinha.
_ Oi meninas – dei um sorriso simpático pra elas – nossa, imagino como é ser vizinha dessa menina aqui.
 Meg: Eu que o digo – nós duas rimos –
Téte: Vamos logo! – ela sai cantando pneu –

 Não demorou muito e estamos se aproximando de uma festa, sai do carro e olhei ao redor a casa era linda, bem grande, tinha vários carros na garagem, o jardim estava cheio de pessoas bêbadas, quase nuas. Entramos pela porta da casa que estava cheia som auto, muitas pessoas dançando na pista, e eu ainda não sabia de quem era aquela casa. A Téte conhecia quase a festa inteira, onde passávamos todos falava com ela, ela era tipo aquelas meninas popular, só que a Mackenzer era bem mais popular que ela. Fomos até um tipo de bar, onde um menino bem bonito nos atendeu.


xxx: Eae meninas, vão querer o que?
Téte: três doses de vodka, por favor!
Xxx: é pra já – ele pegou três copos e colocou a bebida, e deu pra Téte – aqui está!
Téte: Valeu!


Nós bebemos 1,2,3... Copos de vodka, quando vi, já estávamos bêbadas. Na pista estava tocando “Ne-yo – Let me Love you” não pude deixar de dançar, amava essa música, fui até a pista e dancei do meu jeito. Deu uma vontade enorme de ir ao banheiro, sai da pista e fui até onde a Téte tava.


_ Onde fica o banheiro nessa casa? – gritei, pois o som estava auto –
Téte: Sei lá, sobe as escadas e vê se é lá em cima!
_Tá! – me virei e fui em direção à escada –


Onde eu iria saber que era o banheiro naquela casa enorme!? Andei pelo corredor, todas as portas dos quartos que eu abria tinha gente, enfim achei um vazio e com banheiro, sai correndo e entrei no banheiro, terminei de fazer xixi, me olhei no espelho pra dá um ajeito no visual, “Nossa!” pensei, assim como o banheiro o espelho era enorme, me ajeitei e voltei pro quarto, era simplesmente lindo, será que aquela casa enorme era de quem?
Até que fui surpreendida, por uma voz que entrava no quarto.

Xxx: O que está fazendo no meu quarto?


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